O governador de Minas Gerais e candidato à reeleição, Mateus Simões (PSD), criticou aliados e apoiadores de Cleitinho (Republicanos) durante debate realizado na manhã desta sexta-feira (18/9). O senador não participou do encontro.
Ao comentar a cadeira vazia, Simões disse que “o mínimo que se espera de alguém que pretende governar Minas Gerais é que compareça para prestar contas”. Na sequência, direcionou críticas ao candidato a vice-governador, ao suplente e ao presidente do Republicanos.
Luís Eduardo Falcão, ex-prefeito de Patos de Minas e candidato a vice na chapa de Cleitinho, foi citado por Simões como investigado em uma CPI por supostas fraudes na saúde. O governador também chamou Alex Diniz, suplente do senador, de sonegador de impostos.
Críticas ao presidente do partido
As declarações também alcançaram Euclydes Pettersen, presidente do Republicanos. Simões afirmou que ele é um dos principais apoiadores de Cleitinho e mencionou a investigação relacionada à fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Pettersen está entre os 48 indiciados pela Polícia Federal na primeira etapa da Operação Sem Desconto, sob suspeita de ter recebido R$ 14,7 milhões em propina. O deputado federal nega as acusações.
Simões questionou as escolhas políticas feitas por Cleitinho e defendeu a necessidade de formar uma equipe qualificada para administrar o estado. Como exemplo de proposta, citou a construção da linha 2 do metrô no Barreiro, em Belo Horizonte.
Além de Simões, participaram do debate Gabriel Azevedo (MDB) e Flávio Roscoe (PL). Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT) também não compareceram. Pelas regras do encontro, candidatos ausentes poderiam ser questionados pelos demais participantes.







