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Ashley Roberts chora ao revelar insegurança antes de solo das Pussycat Dolls
Foto: Reprodução/Instagram
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Ashley Roberts chora ao revelar insegurança antes de solo das Pussycat Dolls

Cantora contou que pensou em desistir do número solo por medo de não conseguir cantar como gostaria.

Ashley Roberts, 45 anos, revelou que enfrenta ansiedade antes de apresentar um número solo na turnê PCD Forever Tour, das Pussycat Dolls. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a cantora chorou ao falar sobre a insegurança com a própria voz e disse que chegou a considerar desistir da apresentação.

"Estou em pânico. Será que consigo? Será que consigo fazer isso?" questionou Ashley, ao comentar o receio de não alcançar o resultado que deseja no palco. Ela afirmou que decidiu cantar durante o momento solo do show, em vez de deixar a dança como única parte da apresentação.

A artista explicou que criou o número para contar a própria história e incentivar o público a acreditar em si mesmo. A possibilidade de cantar sozinha, porém, fez antigas inseguranças voltarem. Ashley também comentou que críticas às vozes do grupo acompanham a trajetória das Pussycat Dolls, que começaram como um grupo de dança e depois passaram a fazer apresentações musicais.

A decisão de seguir com a apresentação

Ashley contou que recebe apoio de um professor de canto, que a incentiva e acredita nela. Para a cantora, esse processo tem ajudado a enfrentar a ideia de que não seria capaz de cantar sozinha.

"Eu queria provar a mim mesma que era capaz", afirmou. Mesmo sem saber se a apresentação será perfeita, ela decidiu seguir adiante e aproveitar a experiência.

As Pussycat Dolls vão se apresentar pela primeira vez no Brasil em 30 de outubro. Nicole Scherzinger, Ashley Roberts e Kimberly Wyatt estarão no palco do Nubank Parque, em São Paulo, com a PCD Forever Tour, que celebra os 20 anos do álbum PCD. Pabllo Vittar será responsável pela apresentação antes do show do grupo no país.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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