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Augusto Cury chega a 10% e se apresenta como alternativa à polarização

Em carta publicada nas redes sociais, escritor afirma que avanço ocorreu sem dinheiro, máquina ou palanque e defende uma terceira via.

Augusto Cury (Avante) alcançou 10% das intenções de voto na última pesquisa Quaest e passou a se apresentar como uma alternativa à polarização política. O escritor e candidato à Presidência divulgou nesta sexta-feira uma carta à nação brasileira, acompanhada de um vídeo publicado nas redes sociais.

Na gravação, Cury atribui o crescimento ao apoio de eleitores que não se identificam imediatamente com a esquerda ou com a direita. “Disseram que era impossível, impossível furar a bolha, impossível romper essa polarização doentia”, afirmou.

O presidenciável também disse que avançou nas pesquisas “praticamente sem dinheiro, sem máquina, sem palanque”. Na avaliação dele, esse resultado indica que parte do eleitorado está cansada de escolher entre dois lados que, segundo sua declaração, não representam essas pessoas.

Propostas apresentadas

Ao defender sua posição política, Cury afirmou acreditar no melhor do capitalismo, associado à liberdade para empreender, trabalhar, produzir, prosperar e ter meritocracia. Ele também declarou que seu “coração de médico” é social.

Na carta, o escritor afirma que o país não precisa escolher entre crescimento e justiça social. O texto defende a combinação de ideias associadas à direita e à esquerda, além da participação de pessoas competentes nas decisões e do enfrentamento de problemas que afetam as famílias.

Desempenho entre eleitores independentes

O avanço de Cury foi mais expressivo entre os eleitores classificados como independentes. Nesse grupo, que representa 32% da amostra, ele registrou 24% das intenções de voto no primeiro turno, de acordo com a última Quaest.

O percentual é superior ao registrado pelos líderes da corrida eleitoral nessa categoria: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 21%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tem 9%.

Nas pesquisas da Quaest, Cury saiu de 2% para 10% das intenções de voto. Com esse desempenho, ultrapassou os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), além de Renan Santos (Missão).

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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