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Isabel Teixeira fala sobre Pilar, saúde e os próximos passos no teatro
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Isabel Teixeira fala sobre Pilar, saúde e os próximos passos no teatro

A atriz comenta o sucesso da vilã de Quem Ama Cuida, a maternidade, a síndrome de Li-Fraumeni e os projetos depois da novela.

Isabel Teixeira vive uma fase intensa na televisão como Pilar, a vilã de Quem Ama Cuida. Aos 52 anos, a atriz encara gravações em diferentes núcleos, com jornadas que começam cedo e podem terminar à noite, mas diz continuar animada com a rotina. “Quando entro no set, já estou animadaça”, contou.

A personagem é a quinta novela de Isabel na Globo. Antes, ela interpretou Jane, em Amor de Mãe (2019), Maria Bruaca, em Pantanal (2022), Helena, em Elas por Elas (2023), e Violeta, em Volta por Cima (2024). Para construir Pilar, a atriz mantém uma rotina rigorosa de estudos e usa cadernos que ela mesma encaderna. Neles, reúne referências de caracterização e figurino, além de anotações sobre capítulos e cenas.

Trabalho, maternidade e criação

A relação de Isabel com o trabalho vem de décadas dedicadas ao teatro, à produção, à direção, à edição e à escrita. Ela também mantém a editora Fora de Esquadro, instalada em sua casa, em São Paulo. Mãe de Diego, de 22 anos, e Flora, de 15, a atriz afirma que precisou conciliar a carreira com a criação dos filhos e viagens internacionais.

Entre 2007 e 2012, ela fez trabalhos na Europa e chegou a morar na França para uma peça. Mesmo durante esse período, manteve a casa em São Paulo e continuou envolvida em outras atividades. Sobre a trajetória profissional, resumiu: “Lutei muito para fazer o que gosto”.

Isabel também falou sobre a relação com o ex-marido, o fotojornalista Roberto Setton, de 61 anos. Segundo ela, os dois mantiveram uma parceria na criação dos filhos depois da separação. Diego fez universidade nos Estados Unidos e está na Coreia, onde cursa mestrado em relações internacionais.

Saúde e mudança de hábitos

A atriz descobriu ter a síndrome genética de Li-Fraumeni, uma alteração associada ao risco de desenvolvimento de vários tipos de câncer. O diagnóstico veio após um exame de sequenciamento genético, motivado pelo histórico familiar. A mãe de Isabel, a atriz Alexandra Corrêa, morreu aos 56 anos, em 2006, em decorrência de múltiplos tipos de câncer.

Depois de receber o diagnóstico, Isabel mudou hábitos, parou de fumar e de beber, adotou uma reeducação alimentar e passou a fazer acompanhamento médico. Ela também realizou uma cirurgia preventiva nas mamas, com retirada do tecido e colocação de implantes. A atriz afirmou que tinha 90% de chance de desenvolver câncer de mama em cada mama, considerando a síndrome e o histórico materno.

Hoje, Isabel diz que sua vaidade está ligada à saúde e aos exames periódicos. Ela também conta que vai à academia seis vezes na semana e passou a enxergar o envelhecimento como um recomeço.

O que vem depois de Pilar

Quando terminar Quem Ama Cuida, Isabel pretende se dedicar ao teatro, à editora e a novos projetos de direção. Ela tem uma peça prevista para 2027, além de outro monólogo com direção de Miguel Thiré. Os ensaios devem acontecer no Rio, em Lisboa e em São Paulo.

A atriz também quer viajar pelo Brasil e levar espetáculos a teatros pequenos e históricos, incluindo espaços em Penedo e Ouro Preto. Mesmo com o fim da novela no horizonte, ela afirma que não pretende parar. Depois de um período de afastamento entre Volta por Cima e Quem Ama Cuida, Isabel diz ter sentido falta da rotina diária de gravações e já imagina a saudade que terá da produção atual.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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