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Renan Santos aposta em crescimento após decisão de Toffoli e convoca apoiadores a gravarem vídeos: 'Produzam conteúdo aos milhares'
Foto: Daniel Teixeira/Estadão/Estadão
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Renan Santos convoca apoiadores após suspensão de redes e debates pelo TSE

Candidato afirma que a decisão de Dias Toffoli pode aumentar a curiosidade sobre sua candidatura e pede vídeos de apoio.

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) pediu que apoiadores produzam vídeos para divulgar sua candidatura após o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspender a propaganda eleitoral digital e a participação dele em debates.

Em áudio publicado no perfil do Valete Plus na madrugada desta terça-feira, 1º, Renan disse acreditar que a decisão pode despertar o interesse de eleitores que ainda não conhecem seu nome. “Muita gente vai começar a querer saber quem eu sou”, afirmou.

O candidato também declarou que espera crescer nas pesquisas apesar da suspensão. Para tentar reduzir os impactos da ausência de redes sociais, pediu que os apoiadores gravem vídeos explicando por que o apoiam e comentando a decisão judicial. “Produzam conteúdo aos milhares”, disse.

Renan solicitou a participação de 10, 20 ou 30 mil pessoas durante dois dias ou três dias. Ele afirmou que, caso recupere as redes, tentará compensar posteriormente os efeitos da suspensão.

Motivo da decisão

A determinação de Toffoli foi baseada em irregularidades na declaração dos perfis que seriam usados pela candidatura durante a campanha. Renan e o vice, Aroldo Medina, protocolaram o pedido de registro da chapa no TSE em 7 de agosto, mas não incluíram todas as redes sociais previstas para a propaganda eleitoral.

A relação foi complementada em 19 de agosto, 12 dias depois. Ao todo, 16 perfis foram apresentados posteriormente à Justiça Eleitoral.

Na avaliação do ministro, contas não declaradas antes poderiam continuar submetidas aos sistemas de recomendação das plataformas, fazendo com que publicações fossem sugeridas a usuários que não acompanhavam a candidatura. Para Toffoli, a omissão poderia dar uma vantagem à campanha enquanto os perfis ainda não estivessem sob controle da Justiça Eleitoral.

Renan contestou a decisão. Ele afirmou que a campanha teve problemas no sistema usado pelo TSE para o cadastro das redes sociais, que as falhas foram comunicadas ao tribunal e que outros candidatos também enfrentaram dificuldades semelhantes. O candidato disse ainda que a equipe corrigiu as informações antes de qualquer solicitação do Ministério Público.

O debate promovido pelo Terra e outros 10 veículos está marcado para 14 de setembro, às 22h. O encontro terá a participação dos principais candidatos à Presidência.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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