Renan Santos critica disputa no STF e propõe mandato para ministros
Candidato à Presidência classificou o conflito entre ministros como “ridícula” e defendeu mudanças na atuação da Corte.
Candidato à Presidência classificou o conflito entre ministros como “ridícula” e defendeu mudanças na atuação da Corte.
Candidatos articulam encontro em São Paulo após o cancelamento de debate que teria Lula e Flávio Bolsonaro.
Corte também validou as chapas de Wilson Grassi e Clariana Barão; três candidaturas ainda aguardam julgamento.
Pré-candidato do Missão também criticou Romeu Zema e Ronaldo Caiado durante evento do MBL em Florianópolis.
Candidato do Missão mudou de posição sobre o Supremo e também sugeriu uma Assembleia Constituinte com quarentena política de 12 anos.
Legenda de Renan Santos afirma que a medida busca ampliar a transparência antes das eleições e liberar informações sob sigilo.
Pré-candidato do Missão também questionou o Novo, rejeitou a terceira via e apresentou propostas para diferentes áreas do governo.
Candidato do Missão criticou a gestão das universidades públicas e defendeu mais foco no ensino técnico, na pesquisa e na tecnologia.
Em ato no Parque Ibirapuera, candidato também defendeu novas investigações sobre o Banco Master e uma nova Constituição.
Candidato do Missão divulgou documento em São Paulo e convocou presidenciáveis a apoiar propostas ligadas ao STF, à PF, à PGR e ao Banco Master.
Candidato do Missão criticou eleitores e afirmou que eventual vitória de Lula ou Flávio Bolsonaro levaria a cenários distintos.
Candidato do Missão criticou Alexandre de Moraes e defendeu que decisões dele e de Dias Toffoli não sejam reconhecidas.
Candidato do Missão defendeu investimentos em infraestrutura, energias limpas e industrialização durante evento em Fortaleza.
Candidato do Missão protocolou pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e deve ampliar discurso contra ministros da Corte.
Candidato do Missão voltou a publicar depois que Dias Toffoli suspendeu restrições e passou a atacar o concorrente do Avante.
Candidato afirma que a decisão de Dias Toffoli pode aumentar a curiosidade sobre sua candidatura e pede vídeos de apoio.
Declaração ocorreu após crítica de Renan à defesa de Cury pelo diálogo e contra a polarização política durante a campanha presidencial.
Candidato do Missão escolheu professor e escritor crítico às cotas raciais para o MEC em um eventual governo.