SÃO PAULO — Colegas de teatro e televisão lamentaram a morte de Roney Facchini, aos 73 anos, neste domingo (6), em São Paulo. O ator sofreu um mal súbito. A confirmação foi feita pelo produtor teatral Marllos Silva, amigo do artista.
A família ainda não divulgou a causa da morte nem informou onde será realizada a cerimônia de despedida.
Marisa Orth afirmou que perdeu um amigo e destacou a atuação de Facchini no humor. “O Brasil perdeu um imenso ator e estupendo comediante”, escreveu a atriz. Miguel Falabella lembrou que o artista o ajudou a compreender as engrenagens e as costuras de São Paulo.
Iara Jamra agradeceu pelos anos de convivência no teatro, pelas viagens e pelos conselhos. Angela Dippe também recordou a orientação que recebeu de Facchini na carreira e disse que ele a apresentou a um computador. Ariel Moshe o descreveu como um grande ator e amigo.
Nilton Bicudo comentou o impacto da partida repentina, enquanto Emílio Orciollo Netto publicou uma mensagem de carinho e respeito. Fernando Vieira enviou condolências a amigos e parentes. O diretor teatral Emilio Boechat escreveu que a morte aconteceu cedo demais.
Zé Henrique de Paula resumiu a contribuição do artista ao teatro brasileiro: “Deixa um enorme legado para o teatro brasileiro!”.
Trajetória nos palcos e na tela
Facchini ficou conhecido por sua participação em Rá Tim Bum. Na televisão, esteve em As Pupilas do Senhor Reitor, do SBT, em 1994; Roda da Vida, da Record, em 2001; Bang Bang, da Globo, em 2005; e Caras e Bocas, também da Globo, em 2009.
No cinema, participou de Não Quero Falar Sobre Isso Agora, de 1991, e Eliana e o Segredo dos Golfinhos, de 2005.
Nos palcos, atuou em Gato Por Lebre, Os Mistérios do Sexo, Tudo O Que Você Precisa Saber Para Acabar Com Seu Casamento e Ricardo III. Após 25 anos de profissão, apresentou o monólogo Alegria do Palhaço.







