RIO DE JANEIRO — O Stray Kids será o headliner do Palco Mundo no quinto dia do Rock in Rio, nesta sexta-feira (11), na Cidade do Rock. A apresentação marca a primeira vez que um grupo de K-Pop ocupa esse espaço de destaque no festival.
Na ativa desde 2018, a formação sul-coreana tem oito integrantes e reúne histórias que passam por um reality show, diferentes nacionalidades e até uma experiência anterior nos palcos com o BTS.
Da televisão aos palcos
O grupo surgiu em 2017, quando a JYP Entertainment criou um reality show com o nome Stray Kids. O programa reuniu trainees da empresa em provas voltadas para habilidades e trabalho em equipe.
A formação apresentada ao público tinha Bang Chan, Changbin, Hyunjin, Han, Seungmin, I.N, Woojin, Lee Know e Felix. Lee Know e Felix foram eliminados durante a competição, mas retornaram em uma repescagem. A estreia aconteceu em 25 de março de 2018. Um ano depois, Woojin deixou o grupo por motivos pessoais, que não foram explicados pela empresa.
Bang Chan, líder do Stray Kids, nasceu na Coreia do Sul, cresceu na Austrália e tem dupla nacionalidade. Ele voltou ao país aos 13 anos depois de ser aprovado em uma audição da JYP Entertainment. Felix nasceu e foi criado na Austrália e se mudou para a Coreia do Sul para estrear no grupo. Han também viveu fora do país: passou a infância e a adolescência na Malásia.
Ligação com o BTS
Antes da estreia do Stray Kids, Lee Know trabalhou como dançarino de apoio do BTS entre 2016 e 2017. Ele acompanhou apresentações de “Fire”, “Not Today” e “Spring Day”, além de turnês do grupo.
Em 2019, Lee Know contou que reencontrou J-Hope durante uma gravação em uma rede de televisão. O integrante do BTS o reconheceu e perguntou: “Oh, você é Lee Know, não é?”.
O nome e a pintura
Stray Kids não foi a primeira opção de nome. “Trigger”, associado à ideia de um novo começo, esteve entre os candidatos finais antes da escolha definitiva.
Já Hyunjin chama atenção por publicar quadros e desenhos nas redes sociais. As obras chegaram a provocar comentários de pessoas que duvidavam que tivessem sido feitas por um idol de K-Pop, comparando o resultado ao trabalho de um pintor do Renascimento.







