Taylor Simone Ledward Boseman afirma ter repassado mais de US$ 1,7 milhão (aproximadamente R$ 8.819.770,00) a familiares de Chadwick Boseman desde 2022. A informação aparece em documentos judiciais ligados a uma disputa sobre o espólio do ator e à produção de um documentário sobre sua vida e seu legado.
A viúva diz que trabalha com a produtora Words + Pictures no projeto, que negocia uma proposta da Searchlight Pictures para realizar o filme. Conforme os documentos, o acordo considera o princípio de “Most Favored Nation” (“Nação Mais Favorecida”, em tradução livre), pelo qual as partes envolvidas devem receber tratamento igual.
Divergência sobre o documentário
Taylor afirma que os familiares receberam a mesma documentação sobre a produção. Depois, alguns deles teriam procurado a Words + Pictures para tentar fechar contratos individuais. Para ela, a movimentação contraria a disposição de incluir a família nas decisões relacionadas à memória do ator.
A viúva também sustenta que tem “100% do direito de controlar e se beneficiar” do uso do nome, da imagem, da voz, da assinatura e de outros elementos ligados à identidade de Chadwick. Ela afirma que buscou consultar os parentes sobre iniciativas envolvendo o legado do artista, mas que esse cuidado não teria sido recíproco.
Disputa pelo espólio
Os irmãos de Chadwick, Derrick e Kevin Boseman, tentam retirar Taylor da função de administradora dos bens deixados pelo ator. A família afirma que ela não teria sido transparente sobre as finanças do espólio.
Taylor nega as acusações e diz ter colaborado com os familiares além do que seria sua obrigação. Ela também afirma ter destinado a Carolyn e Leroy Boseman valores acima do exigido.
Chadwick morreu em agosto de 2020, aos 43 anos, após enfrentar um câncer de cólon.







