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Billy Joel revela por que Beethoven é o compositor que ele não consegue superar
Foto: Myrna M. Suarez/Getty Images for ABA
Música

Billy Joel revela por que Beethoven é o compositor que ele não consegue superar

O músico diz que passou a vida se comparando ao mestre clássico e explica a decisão de não lançar novas canções.

Billy Joel considera Beethoven um compositor impossível de superar. O músico, conhecido por sucessos como “Piano Man”, “Vienna” e “Uptown Girl”, afirmou que passou a carreira tentando alcançar o nível de precisão do mestre alemão, sem acreditar que tenha conseguido se equiparar a ele.

Joel é reconhecido pelo cuidado extremo com as próprias músicas e pelo desejo de fazer cada trabalho tão bom quanto o anterior. Ao longo da carreira, transitou por rock, pop, jazz, blues, soul e música clássica. Para ele, Beethoven se destacava pela capacidade de escolher sempre a nota exata em suas obras.

“Tudo o que ele escreveu estava absolutamente certo”, disse Joel ao explicar sua admiração pelas nove sinfonias de Beethoven. O músico também contou que se identificou com uma frase de Neil Diamond, que afirmou ter se perdoado por não ser Beethoven. Joel, no entanto, declarou: “Esse é o meu problema: eu não me perdoei”.

A influência de Beethoven

Ludwig van Beethoven viveu de 1770 a 1827 e começou a perder a audição gradualmente por volta de 1800. Mesmo com a enfermidade, criou nesse período algumas de suas peças mais impactantes. A Sinfonia nº 9 em Ré Menor foi composta em 1824, sem que ele conseguisse ouvi-la ser executada.

Joel também diferenciou Beethoven de Mozart pelo aspecto humano percebido na obra do primeiro. Na avaliação do músico, Mozart tinha o talento de um atleta, enquanto Beethoven expressava uma dimensão mais humana em sua música.

Embora esteja em um hiato na composição de canções, Joel lançou o álbum de música clássica Fantasies & Delusions em 2001. O projeto foi pensado para explorar a composição instrumental e reunir peças feitas para piano, longe das pressões da indústria musical tradicional.

O fim dos álbuns de rock

O último álbum de rock de Billy Joel foi River of Dreams, lançado em 1993. Em conversa com Rick Beato, o músico afirmou que sentiu ter chegado ao fim depois desse trabalho. Ele disse que não queria insistir em algo que já não funcionava nem lançar músicas apenas por carregar seu nome artístico.

Joel também explicou que, na visão dele, artistas podem diluir o próprio legado quando continuam lançando discos sem a mesma motivação ou qualidade de antes. Por isso, preferiu interromper esse ciclo e evitar comprometer o que havia construído.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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