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David Byrne transforma declarações de Elon Musk em faixa para filme
Foto: Craig Barritt/Getty Images para The New Yorker
Música

David Byrne transforma declarações de Elon Musk em faixa para filme

“Let Me Sell You a Dream” reúne frases de Musk em uma canção criada por Byrne e Daniel Pemberton para o documentário Musk.

David Byrne criou uma música a partir de declarações feitas por Elon Musk em discursos e entrevistas. A faixa, intitulada “Let Me Sell You a Dream”, integra o documentário Musk (2026), dirigido por Alex Gibney, e será lançada com o filme, que estreia na sexta-feira.

A composição foi desenvolvida por Byrne em parceria com Daniel Pemberton, responsável pela música do documentário. Na gravação, o vocalista do Talking Heads organiza frases de Musk em versos que passam por inteligência artificial, simulação humana e exploração multiplanetária.

Entre os trechos cantados estão referências a estar em modo humano e de imitação, ser uma pessoa tranquila e precisar continuar. O refrão também apresenta a ideia de vender um sonho e questiona se o interlocutor é louco. Em outro momento, a letra menciona uma emulação humana e uma simulação total.

“Sem editorializar”

Byrne afirmou que recebeu de Pemberton um pedido por boas frases do “Marciano” e também encontrou outras declarações na internet. Ele disse que transformou esse material em letra sem acrescentar comentários próprios: “Todas as palavras são dele. Sem editorializar”.

Gibney contou que ficou empolgado com a participação do cantor, de quem é fã. O diretor lembrou que sua esposa e ele estavam no Pantages durante as filmagens de Stop Making Sense (1984) e disse ter imaginado que Byrne encontraria uma forma musical de expressar o que o documentário tenta dizer.

Para Gibney, a música chegou a uma poesia sarcástica e “extremamente pesada”, feita para bater o pé.

A faixa também coloca Byrne na disputa pelo Oscar de Melhor Canção Original, ao lado de “I Knew It, I Knew You”, de Taylor Swift. O cantor já venceu o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original em 1988, com Ryuichi Sakamoto e Cong Su, por O Último Imperador (1987). Falta apenas um Emmy para Byrne alcançar o EGOT, possibilidade mencionada por Seth Meyers ao apresentá-lo no Late Night na quinta-feira.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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