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Olivia Rodrigo transforma referências do rock em grandes momentos de palco
Foto: Erika Goldring/WireImage
Música

Olivia Rodrigo transforma referências do rock em grandes momentos de palco

Com banda feminina e colaborações com nomes como Robert Smith e Sarah McLachlan, cantora reforça sua conexão com o rock.

Olivia Rodrigo vem consolidando uma identidade ligada ao rock, combinando grandes apresentações, colaborações com referências do gênero e músicas inspiradas por diferentes fases da história do estilo. A cantora também destaca a importância das mulheres no rock e usa seus palcos para homenagear artistas que influenciaram sua formação.

Das primeiras turnês aos festivais

Desde sua primeira turnê, em 2022, Rodrigo inclui versões de músicas de Veruca Salt e Avril Lavigne em seus shows. No início da carreira ao vivo, ela também dividiu o palco com No Doubt e Sheryl Crow. Entre suas principais referências estão as bandas femininas associadas à explosão punk dos anos 90, como Babes in Toyland.

Em uma conversa com Kathleen Hanna, do Bikini Kill, para o podcast do Rock & Roll Hall of Fame, realizada em dezembro, Rodrigo falou sobre o impacto das mulheres no rock. Para ela, a dor, a raiva e a vulnerabilidade expressas por mulheres em músicas do gênero formam uma experiência própria.

O período mais recente foi marcado por festivais e apresentações em arenas ao lado de uma banda formada inteiramente por mulheres. Nos shows, Rodrigo ganhou destaque ao cantar All-American Bitch e ao celebrar as guitarristas Daisy Spencer e Arianna Powell. Ela também fez duetos com Weezer e David Byrne.

Um dos momentos de maior repercussão aconteceu no Glastonbury, quando Rodrigo se apresentou com Robert Smith, do The Cure. Ela o chamou de “o maior compositor a sair da Inglaterra”. Em junho, no Festival Primavera, em Barcelona, os dois voltaram a dividir o palco para apresentar What’s Wrong With Me, então uma música inédita.

Rock dos anos 80 e 90 no repertório

As influências de The Cure e Joy Division aparecem no álbum You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love. O trabalho combina elementos do rock dos anos 80 e 90, como os sintetizadores de Maggots for Brains, a sonoridade eletropunk de My Way e a guitarra pós-punk de U + Me = <3.

A música The Cure aproxima Rodrigo do som de Smashing Pumpkins e Liz Phair. No Lollapalooza, ela cantou com os Pumpkins o clássico Thirty Three and a Third. Depois, foi vista em um show do My Chemical Romance.

Rodrigo também criou o festival Daisy Chain Fields, dedicado às mulheres na música. A programação reuniu Stevie Nicks, Garbage, Bikini Kill, The Breeders, Karen O, Doechii, Katseye, Mitski e Chappell Roan. O evento ainda teve um dueto da cantora com Sarah McLachlan, em uma referência ao espírito da Lilith Fair.

Ao lado do produtor e colaborador Dan Nigro, Rodrigo continua explorando diferentes momentos do rock. Nigro veio da cena emo de Long Island e integrou a banda As Tall As Lions. A cantora ainda transforma sua voz rouca e sem filtro em uma das marcas de sua produção musical.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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