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Trippie Redd questiona gravadoras e critica falta de originalidade no rap
Foto: Barry Brecheisen/Getty Images
Música

Trippie Redd questiona gravadoras e critica falta de originalidade no rap

Em publicação no Instagram, o rapper também pediu desculpas por ter contribuído para o que chamou de música descartável.

Trippie Redd usou o Instagram no último sábado, 26, para criticar as gravadoras e a falta de individualidade entre novos rappers. O artista de Canton, Ohio, afirmou que empresas do setor estão contratando nomes com alcance limitado e tentando apresentá-los como estrelas comparáveis a Lil Uzi Vert, Juice WRLD, XXXTentacion e ao próprio rapper.

Na avaliação de Trippie, os artistas de sua geração tinham músicas capazes de alcançar públicos diversos. “Nenhum desses novos artistas é o Uzi, o Juice, o X ou eu”, escreveu. Ele também afirmou que as composições dos nomes citados poderiam ser ouvidas por todos, e não apenas por crianças.

O rapper incluiu uma autocrítica na publicação e reconheceu sua participação no cenário que agora questiona. “A indústria está estranha agora”, declarou. Trippie classificou a produção atual como repetitiva e disse que muitos artistas fazem músicas semelhantes, com referências a festas, bebidas e comprimidos, mas sem significado.

Críticas à geração atual

Trippie também comparou o trabalho dele e de outros nomes revelados na época do SoundCloud ao que é produzido atualmente. Como exemplos de sua própria trajetória, mencionou “F*ck Love” e “Taking a Walk”. A primeira, parceria com XXXTentacion lançada em 2016, soma mais de 1,4 bilhão de reproduções no Spotify. “Taking a Walk”, de 2022, foi citada como outra faixa que ultrapassou os limites do nicho.

A crítica retoma uma posição que o rapper já havia apresentado no ano passado, durante uma transmissão ao vivo. Na ocasião, ele disse que as gravadoras tentavam recriar o rap dos anos 2010 sem compreender a origem daquele som. Trippie apontou Playboi Carti, Lil Yachty e Uno the Activist como pioneiros do subgênero.

Antes dele, Lil Pump havia feito uma declaração semelhante em fevereiro daquele ano e citado Lil Uzi Vert como precursor do movimento. Ao retomar o tema, Trippie afirmou que a força daquela geração estava nas músicas e na carga emocional das composições, e não apenas na estética. A discussão envolve a homogeneização do rap norte-americano e a valorização de faixas de impacto imediato pelas plataformas digitais.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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