Antonia Fontenelle tomou medidas judiciais e extrajudiciais após o filho, Salvatore, de 10 anos, ser alvo de comentários durante uma transmissão ao vivo de Jenny Prioli. O caso foi levado às áreas cível e criminal, com participação do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Civil.
A situação começou depois da apuração dos votos das Eleições de 2026. Fontenelle disputou uma vaga para deputada federal pelo Rio de Janeiro e recebeu pouco mais de 3 mil votos, resultado que a deixou fora da Câmara. Em um vídeo gravado ao lado da mãe, Salvatore chorou e afirmou não entender o desempenho eleitoral.
No dia 6 de outubro, Jenny Prioli exibiu o registro em um react publicado em seu canal. Durante a transmissão, a influenciadora chamou o menino de “insuportável”, “sem noção” e “imbecil”, além de fazer comentários sobre o choro da criança.
Medidas legais
Depois de tomar conhecimento da transmissão, Antonia reagiu nas redes sociais e criticou Jenny. Em uma das publicações, afirmou: “Não por mim (…) é sobre o meu filho”.
Em nota oficial emitida no dia 10 de outubro de 2026, a advogada que representa Salvatore informou que as providências foram adotadas nas esferas cível e criminal. De acordo com a defesa, as condutas atribuídas a Jenny foram encaminhadas às autoridades competentes.
A influenciadora será alvo de apuração por suspeita de injúria majorada, com agravante por o caso envolver uma criança e ter ocorrido em rede social. Também foram mencionadas investigações com base na Lei de Discriminação e Preconceito, que prevê crimes inafiançáveis e imprescritíveis.
A defesa ainda pediu a identificação de usuários que participaram dos ataques nos comentários e no chat da transmissão. O processo tramita sob segredo de justiça, com a justificativa de preservar os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).







