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Flamengo estuda novas receitas e pode negociar Paquetá e Samuel Lino
Foto: Reprodução FLATV
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Flamengo estuda novas receitas e pode negociar Paquetá e Samuel Lino

Clube avalia alternativas para compensar possível perda de patrocínio e também considera negociar outros jogadores do elenco.

A possível perda do principal patrocínio do Flamengo pode levar o clube a buscar novas fontes de receita e a negociar jogadores na temporada de 2027. Entre os nomes avaliados estão Lucas Paquetá e Samuel Lino, considerados os atletas com maior potencial de gerar dinheiro para o time.

O cenário depende da proibição das Bets no Brasil. Caso o Congresso não derrube a lei estabelecida pelo Lula, o patrocinador pode deixar de estampar a camisa do Flamengo. Com vencimentos elevados no elenco, Bap e José Boto analisam novos acordos comerciais e a venda de atletas.

Samuel Lino aparece como a principal possibilidade de arrecadação. O Flamengo desembolsou 25 milhões de euros para contratar o jogador do Atlético de Madrid, e a convocação para a seleção brasileira aumentou seu valor. Ainda faltam duas parcelas referentes à contratação do atacante.

Dívidas e alternativas no elenco

A situação de Lucas Paquetá também preocupa. O Flamengo pagou apenas metade do valor devido ao West Ham pelo meio-campista. Além dos dois jogadores, Gonzalo Plata e Evertton Araújo podem ser negociados. O equatoriano esteve perto de atuar no futebol russo, mas acabou devolvido. Já o jogador revelado pela base está lesionado e ainda não foi vendido.

O dinheiro do patrocinador master também é usado para pagar outros atletas, como Plata, Emerson Royal, Joaquin Freitas e Anthony Valencia. Por isso, a possível redução dessa receita afeta o planejamento financeiro do clube.

Bap, presidente do Flamengo, afirmou que a medida coloca em dúvida o pagamento de Paquetá. “Como eu vou pagar o Paquetá em janeiro?”, declarou. Ele também disse que a mudança compromete receitas futuras, a folha do futebol, as contratações e os esportes olímpicos.

O dirigente espera que a decisão seja revista. “Espero sinceramente que, a partir da semana que vem, isso seja revisitado”, afirmou, ao defender uma análise pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Congresso Nacional.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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