A perfumaria reúne cinco fragrâncias que exploram diferentes interpretações da chuva e do ambiente depois dela. As opções combinam acordes aquáticos, verdes, terrosos e minerais, passando pelo cheiro da terra molhada, pela floresta úmida e por uma sensação mais limpa e fresca.
O termo petrichor é usado para descrever o aroma associado à terra após períodos de chuva. A umidade também pode influenciar a evolução do perfume na pele, já que a hidratação interfere na liberação das moléculas aromáticas.
Fragrâncias com inspiração chuvosa
O Baie 19, da Le Labo, foi desenvolvido em torno da representação do efeito úmido da chuva sobre a terra. A composição combina patchouli, folhas verdes, bagas de zimbro, ambrox e almíscar, criando uma leitura fresca, verde, terrosa e ozônica.
Na Natura, o Ekos Ryo Chuva leva a proposta para a Amazônia. A deo colônia tem família olfativa cítrica e subfamília aquosa, além de óleos da biodiversidade amazônica, como pataqueira, priprioca e copaíba. A marca relaciona a fragrância ao cheiro da terra molhada junto às plantas da floresta.
O Amyi 7.26 foi criado pelo perfumista Samuel Moraes. O Eau de Parfum reúne puxuri, acorde de chuva e patchouli silvestre, com notas verdes, aromáticas e florais. A proposta é reproduzir a mudança no ar que acontece antes da chuva.
Opções importadas
Criado pelo perfumista Alberto Morillas, o Bvlgari Man Rain Essence combina frescor, aspectos minerais e madeira. Chá verde e essência de laranja aparecem na saída. Na sequência, entram lótus branco e almíscar cristalino, enquanto âmbar mineral e madeira de guaiac formam o fundo.
O Clean Reserve Rain aposta em uma interpretação aquática e limpa. As notas iniciais trazem pepino, bergamota e nenúfar. Depois, flores brancas, ciclâmen e muguet aparecem no coração, seguidos por patchouli, vetiver e almíscares.
As cinco fragrâncias apresentam caminhos distintos para quem gosta de perfumes associados à chuva, com referências ao petrichor, à floresta úmida, ao frescor aquático e aos acordes minerais.







