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Aeroporto de Riade é fechado após ataque com míssil e dezenas de feridos
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Aeroporto de Riade é fechado após ataque com míssil e dezenas de feridos

Terminal saudita suspendeu voos e evacuou passageiros após ofensiva atribuída pelos houthis; pelo menos 225 voos foram cancelados.

A Arábia Saudita fechou e evacuou o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, após um ataque com míssil atribuído pelos houthis neste sábado (10). Dezenas de pessoas ficaram feridas, e os voos foram suspensos no complexo que abriga os terminais 3 e 4 de operações domésticas.

Um funcionário regional informou que o míssil atingiu a área dos terminais. Ele falou sob condição de anonimato por não ter autorização para conversar com a imprensa. Ambulâncias foram vistas seguindo para o aeroporto.

Suspensão de voos e reforço na segurança

As autoridades de aviação civil sauditas disseram que avaliavam os danos e o número de feridos. Um comunicado oficial aos aviadores determinou a interrupção das operações pelo menos até a meia-noite. As entradas do aeroporto foram bloqueadas, a presença policial foi reforçada e a iluminação do complexo foi reduzida.

Os voos foram desviados para outros destinos. Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Austrália e Canadá orientaram seus cidadãos a evitar o aeroporto. Pelo menos 225 voos foram cancelados nas últimas 24 horas.

Air India, FlyDubai, Lufthansa Group e Pakistan International Airlines suspenderam voos de e para Riade e outros aeroportos sauditas pelos próximos dias. A Agência Europeia para a Segurança da Aviação ampliou as orientações sobre o espaço aéreo do país e alertou para o risco de identificação incorreta de aeronaves civis durante ataques e tentativas de interceptação.

Escalada dos ataques

Os houthis reivindicaram a autoria dos ataques desta semana contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid e outros aeroportos, instalações militares e estruturas de petróleo da Arábia Saudita. O grupo é apoiado pelo Irã.

A ofensiva ocorreu na semana seguinte ao início de uma operação militar de grande escala da coalizão liderada pelos sauditas contra os houthis. O conflito entre os rebeldes e as forças governamentais do Iêmen, apoiadas pela Arábia Saudita, se intensificou ao longo do Mar Vermelho.

O presidente Trump disse que avaliava a possibilidade de os Estados Unidos se juntarem aos ataques sauditas contra os houthis no Iêmen. “Talvez. Vamos analisar a situação”, afirmou.

A Arábia Saudita também enfrenta escassez de interceptores de mísseis e pediu apoio de defesa aérea à França, à Grã-Bretanha, ao Paquistão e ao Egito, conforme autoridades regionais. A assistência dos Estados Unidos inclui compartilhamento de informações de inteligência, identificação de alvos e planejamento da ofensiva mais recente.

Os ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita e de Omã conversaram por telefone sobre soluções diplomáticas para reduzir as tensões. As autoridades sauditas também alertaram que filmar, publicar ou compartilhar informações sobre o combate a mísseis e drones e os locais atingidos pode gerar responsabilidade legal.

No ataque de quinta-feira, uma aeronave da companhia aérea nacional saudita foi danificada enquanto estava no solo. Não havia passageiros a bordo.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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