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Campanha de Flávio Bolsonaro atribui à PF análise de contas de Dark Horse
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Campanha de Flávio Bolsonaro atribui à PF análise de contas de Dark Horse

Rogério Marinho afirma que grupo vê investigação com tranquilidade e aguarda avanço da PF sobre o financiamento do filme.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) minimiza os possíveis impactos da investigação sobre o financiamento de Dark Horse, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). O senador passou a ser considerado alvo da apuração depois de aparecer entre as pessoas atingidas pelas quebras de sigilo determinadas no caso.

A confirmação veio nesta sexta-feira (11) e aumentou as buscas pelo termo “Flávio investigado”. Segundo o Google Trends, a expressão cresceu 450% em um período de 24h, na comparação entre os dias 10 e 11.

Campanha diz aguardar investigação

Rogério Marinho (PL-RN), responsável pela coordenação das ações, disse que o grupo está confiante e defendeu que a Polícia Federal avance nas apurações para encerrar os questionamentos sobre o financiamento do filme, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Estamos muito tranquilos. As coisas estão dando certo e tudo acontecendo como imaginado”, afirmou Marinho. Ele também pediu que as investigações avancem “o mais rápido possível”.

A prestação de contas da produção não foi divulgada até agora. Em 19 de maio, Flávio havia dito que pediria à produtora um “pente-fino” nas contas, com a intenção de obter detalhes sobre o financiamento da obra.

Questionado sobre o levantamento, Marinho afirmou que os dados estão sendo analisados pela PF. De acordo com ele, a produtora abriu o sigilo bancário e encaminhou 25 mil documentos às autoridades, que ainda não avaliaram o material.

Em entrevista ao Domingo Espetacular, da RECORD, Flávio manteve a posição de que não tem documentos a apresentar sobre o filme. O candidato sustenta que os recursos têm origem privada e que a produção foi financiada para uma empresa privada.

“De forma definitiva, não tem absolutamente nada de errado em um filho buscar um financiamento, um patrocínio privado para uma empresa privada, sem nada, zero, zero, zero, zero de dinheiro público”, afirmou em 30 de agosto.

Marinho disse ainda ter procurado o presidente do STF, Edson Fachin, para pedir a quebra de sigilos em outros inquéritos da Corte, incluindo investigações sobre fake news, milícia digital e emendas secretas.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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