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Chuva muda bastidores e aperta espaço de ato na Paulista
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Chuva muda bastidores e aperta espaço de ato na Paulista

Presença de candidatos, problemas de áudio e mudanças na programação marcaram a manifestação de 7 de Setembro em São Paulo.

A ameaça de chuva alterou os planos nos bastidores do ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista. Integrantes do trio elétrico defenderam antecipar a fala de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e cancelar o discurso de Nikolas Ferreira (PL-MG), que ainda não havia chegado ao local.

Nikolas apareceu depois e fez uma das falas mais inflamadas da manifestação. Ao lado de Flávio, o deputado também demonstrou proximidade com o senador, afastando informações de que os dois estariam distantes.

Discurso e alianças

Flávio comandou, pela primeira vez, um ato político na avenida. Em uma fala de quase 15 minutos, concentrou as críticas no ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e defendeu o impeachment do magistrado. “Vou indicar cinco ministros para o STF porque o Alexandre de Moraes vai cair”, declarou.

O senador manteve uma relação próxima com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), a quem chamou de “Tarcisião” nos bastidores. O prefeito Ricardo Nunes (MDB-SP) também acompanhou a manifestação no trio.

Sergio Moro (União-PR), pré-candidato ao governo do Paraná, esteve no local, tirou fotos e não discursou. Também participaram o candidato a vice-presidente, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), e Daniela Marques, coordenadora do plano econômico do PL. Fernanda Bolsonaro, esposa de Flávio, permaneceu próxima de Daniela durante o ato.

Disputa por espaço e avaliação do público

O trio recebeu diversos candidatos que gravaram material de campanha para as redes sociais. O espaço ficou apertado, enquanto a organização enfrentou dificuldades com o microfone com fio e o retorno de áudio baixo. Com isso, o público conseguia ouvir os discursos, mas poucos integrantes no trio entendiam o que era dito.

Aliados tentaram explicar por que a adesão ficou abaixo do esperado. Entre as hipóteses mencionadas estavam o frio, o risco de chuva e possíveis entraves provocados por adversários políticos.

Mesmo com a avaliação sobre o público, integrantes da campanha acreditam que Flávio pode assumir a liderança nas pesquisas de intenção de voto em meio à crise no Supremo Tribunal Federal. O clima entre eles é de otimismo.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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