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Mila Seidl explica uso do bordão de Lito Sousa em vídeos sobre aviação

Empresária diz que não tenta imitar o marido, que parou de gravar após diagnóstico de Doença de Creutzfeldt-Jakob.

Mila Seidl afirmou nesta sexta-feira (11) que não pretende ocupar o espaço de Lito Sousa no canal do YouTube criado pelo piloto. A empresária passou a produzir conteúdos sobre aviação e a usar o bordão “tudo bem” depois que o marido foi diagnosticado com Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição cerebral rara, grave e sem cura.

A decisão gerou dúvidas para Mila, que tem 41 anos. No primeiro vídeo, ela contou que não sabia se deveria repetir a expressão, por receio de que isso parecesse uma tentativa de imitar Lito, de 59 anos, ou transmitisse a ideia de que a situação da família estava normal.

“Não existe nenhuma tentativa de imitar ele”, disse Mila. Ela também afirmou que Lito é insubstituível e que cada pessoa pode usar o bordão de um jeito próprio. Após receber mensagens dos fãs, a empresária decidiu manter a expressão nos vídeos por considerar que ela faz parte da identidade e do legado do canal.

No conteúdo publicado no YouTube, Mila falou sobre o medo que tinha de viajar de avião e sobre como Lito a ajudou a superar essa dificuldade. Ela também contou que se tornou empresária do setor de aviação.

Lito deixou de gravar por causa da rápida progressão da DCJ. A doença costuma provocar demência, perda de memória, tremores e outros sintomas neurológicos. A mobilidade do piloto também foi reduzida. Antes do diagnóstico, ele havia sido diagnosticado com câncer de próstata.

O piloto não foi aceito em estudos internacionais com tratamentos experimentais. Ainda assim, vai usar um medicamento experimental que precisou de autorização excepcional da Anvisa para ser importado para o Brasil.

Mila negou que a família tenha recebido privilégio por Lito ser conhecido. “Isso não é uma regalia nossa. É um direito de qualquer pessoa que está numa situação semelhante”, afirmou. Ela também disse que as informações sobre esse tipo de acesso não são claras.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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