Tudo o que está em cena
Beyoncé celebra a força de B’Day, álbum que ainda domina as pistas
Foto: SGranitz/WireImage
Música

Beyoncé celebra a força de B’Day, álbum que ainda domina as pistas

Com faixas feitas para o volume máximo, o disco ganha festas e uma edição de aniversário que reafirmam sua influência na carreira da cantora.

A edição de aniversário de B’Day recoloca em circulação um álbum que continua funcionando como música de pista. No Baby’s All Right, uma multidão ocupou o espaço para celebrar os 20 anos do segundo disco de Beyoncé, em uma noite conduzida pelas DJs Miss Milan e Byrell the Great.

O repertório mostrou como as faixas do álbum atravessam diferentes momentos da carreira da cantora. “Ring the Alarm” foi misturada a “Hold Up”, de Lemonade, enquanto “Naughty Girl” apareceu junto de “Green Light”. O set também incluiu o remix de Beyoncé para “Mi Gente”, de J Balvin.

Um disco pensado para o impacto

B’Day reuniu produtores como Darkchild, Stargate, Swizz Beatz, Sean Garrett e Rich Harrison. “Green Light”, com sua pegada funk, foi produzida pelos Neptunes, dupla formada por Chad Hugo e Pharrell Williams. Williams também participa de “Can I Watch You”, faixa inédita incluída na edição estendida de 20º aniversário.

A nova versão, remixada e remasterizada, recupera músicas que haviam aparecido como bônus em CDs vendidos pela Best Buy e pela Circuit City ou em edições lançadas exclusivamente no exterior. “Lost Yo Mind” se encaixa na sequência com uma combinação de novidade e familiaridade, enquanto “Welcome to Hollywood” exige adaptação em sua nova forma.

A importância de B’Day também aparece na relação com trabalhos posteriores. O disco antecipou elementos que seriam reconhecidos em “Diva”, “Ego”, “Sweet Dreams” e “Countdown”, além de estabelecer uma mudança de perspectiva entre arrogância e confiança. As canções alternam intensidade, paixão e momentos de delicadeza, especialmente quando Beyoncé adota um tom mais suave.

Um legado que continua dançando

Swizz Beatz resumiu a resistência do álbum ao dizer: “B’Day resistiu ao teste do tempo.” Desde o lançamento, desapareceram espaços e programas ligados àquela fase, como o 106 & Park, a boate 40/40, a Circuit City e os canais da MTV que exibiam o álbum de vídeos B’Day na íntegra. Ainda assim, o disco permanece separado das tendências de consumo e das direções que o pop seguia na época.

A celebração não ficou restrita a Nova York. Festas também aconteceram em Los Angeles, Montreal, Nashville e outras cidades. No Baby’s All Right, Miss Milan dedicou a segunda metade da noite à execução de B’Day do início ao fim. “Deja Vu” abriu a sequência, “Get Me Bodied” elevou a energia e “Check On It” levou o público a cantar cada verso e improviso.

O álbum também ganhou um registro ao vivo em The Beyoncé Experience Live, que documentou a turnê de B’Day. A performance reforça a dimensão cênica de músicas criadas para capturar o presente e continuar relevantes depois dele. Como mostrou a pista no Brooklyn, o disco ainda pede volume alto e tempo de sobra para ser aproveitado.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.

Mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5