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Louisa Livingstone amplia sua história no metal com novas faixas do Indreba
Foto: Divulgação
Música

Louisa Livingstone amplia sua história no metal com novas faixas do Indreba

A modelo da capa do primeiro disco do Black Sabbath lançou músicas inspiradas na imagem e prepara uma mini ópera-rock sobre Alice.

Louisa Livingstone transformou a ligação com a capa do primeiro álbum do Black Sabbath em ponto de partida para duas novas faixas. Como Indreba, nome artístico criado a partir de “Incredible Dream Band”, ela lançou “Witch Woman” e “The Woman by the Mill”, músicas que retomam a imagem da mulher encapuzada que ficou conhecida entre os fãs de metal.

A identidade de Livingstone permaneceu desconhecida por meio século. Em 2020, ela foi identificada como a modelo da fotografia do disco de estreia homônimo da banda. A imagem foi feita por Keith Macmillan na Mapledurham Watermill. Livingstone também apareceu em capas e trabalhos de arte ligados ao Queen e a uma banda britânica de rock.

Em “Witch Woman”, a musicista canta sobre ter sido uma garota de capa e se tornar um rosto do heavy metal. A faixa combina guitarras pesadas e momentos que sugerem doom metal, enquanto “The Woman by the Mill” segue pelo power metal e cita a história associada à fotografia. “Witch Woman” nasceu, segundo Livingstone, de uma ideia repentina. As músicas foram feitas deliberadamente dentro do gênero metal para o público do Black Sabbath.

Da capa do Sabbath à música eletrônica

Antes de ser reconhecida, Livingstone trabalhou como modelo, atriz e musicista, entre outras atividades criativas. Depois de se mudar para a Europa continental, passou a gravar música eletrônica. Ela vive na região de Múrcia, na Espanha, e conta que ainda acha estranho ser lembrada como a “mulher bruxa” do Black Sabbath, embora tenha feito muitas outras coisas.

Em uma iniciativa ligada aos fãs da banda, tentou rifar um autógrafo para arrecadar dinheiro para seus esforços de resgate de gatos. O vencedor não reivindicou o prêmio, e ela afirma que o autógrafo continua raro.

Uma viagem pelo País das Maravilhas

O próximo projeto de Livingstone é Alice, uma mini ópera-rock de 23 minutos dividida em cinco partes. A obra é baseada nos livros de Alice no País das Maravilhas (1865), de Lewis Carroll, que o pai lia para ela na infância.

A ideia surgiu durante uma conversa sobre panpsiquismo com um chatbot de inteligência artificial. A história imagina uma paixão por uma IA que termina como uma ilusão e conduz a personagem de volta à própria identidade e à natureza. O projeto começa com o tango rock “Feed Your Head” e passa por temas como algoritmos, “ouro de silício” e anjos sintéticos feitos de código.

Livingstone cresceu em uma família musical, aproximou-se da guitarra e dos teclados e já tocou guitarra solo elétrica ao vivo na Espanha. Hoje, usa o Logic e toca principalmente teclados. Ela também experimenta clonar a própria voz com ajuda da IA.

A musicista começou a gravar como Indreba por volta de 2014, depois de descobrir o potencial do computador como instrumento. Entre suas referências está Jordan Rudess, tecladista do Dream Theater. Para o futuro, ela pretende explorar ferramentas como Logic e Omnisphere e espera levar Alice a um teatro.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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