NASHVILLE — Os 19 sobrinhos de Dolly Parton estão entre os possíveis beneficiários da herança da cantora, que acumulou uma fortuna estimada em US$ 450 milhões, cerca de R$ 2,3 bilhões. Ainda não foram divulgados os detalhes sobre a divisão dos bens.
O patrimônio não se resume ao dinheiro. Também fazem parte dele direitos sobre músicas, investimentos e negócios ligados ao entretenimento, que podem continuar gerando renda depois da morte da artista.
Família e patrimônio
Dolly Parton não teve filhos e ficou viúva de Carl Thomas Dean, com quem foi casada durante cerca de 60 anos. Ele morreu antes dela. Diante desse cenário, a cantora teria organizado o destino dos bens ainda em vida, incluindo quem poderia receber parte da fortuna.
A decisão também teria relação com uma disputa judicial enfrentada pela artista no início dos anos 2000. O caso envolveu os cuidados de saúde e a administração financeira de sua mãe, Avie Lee Parton. A experiência pode ter influenciado a escolha de planejar a herança com antecedência, em meio a preocupações sobre possíveis desentendimentos entre parentes.
Além da família, instituições e projetos sociais também podem estar entre os beneficiários. Ao longo da carreira, Dolly destinou dinheiro a iniciativas de incentivo à leitura, projetos sociais e ações voltadas para crianças e estudantes. Como o testamento não foi divulgado publicamente, ainda não se sabe como os cerca de R$ 2,3 bilhões serão distribuídos.
Morte da cantora
Dolly Parton morreu aos 80 anos, em 25 de agosto deste ano, em um hospital de Nashville, nos Estados Unidos, após lutar contra o câncer.
A cantora também enfrentava problemas de saúde, incluindo questões renais e autoimunes. Essas condições, porém, não foram apontadas oficialmente como a causa da morte.







