Celso Sabino, deputado federal e ex-ministro do Turismo, corre o risco de ser expulso pela segunda vez, em menos de um ano, de um partido ao qual está filiado. Atualmente no PDT, ele foi alvo de críticas do presidente estadual da legenda no Pará, Geovane Queiroz.
Dias antes do primeiro turno, Queiroz tornou público o mal-estar e afirmou que Sabino não tinha compromisso com o partido. Segundo o dirigente, o deputado estaria concentrado em buscar votos para si e para a esposa, Érika Sabino, candidata a deputada federal pelo MDB.
“Por isso, o deixamos de lado. Lamentavelmente, ele já foi expulso de um partido e, se não quiser ser expulso de outro, saia antes”, disse Geovane.
Histórico no União Brasil
Em novembro do ano passado, o Conselho de Ética do União Brasil decidiu expulsar Sabino. Na ocasião, ele preferiu continuar como ministro do Turismo a deixar o cargo, depois que o partido abandonou a base do governo do presidente Lula.
A nova ameaça de expulsão ocorre enquanto Sabino permanece filiado ao PDT, partido que tem Geovane Queiroz na presidência estadual no Pará.







