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Maria Avila aceita indenização de US$ 9,5 milhões em caso envolvendo Chris Brown
Foto: Jordan Peck/Getty Images
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Maria Avila aceita indenização de US$ 9,5 milhões em caso envolvendo Chris Brown

Funcionária reduziu o valor após o juiz considerar excessiva a indenização de US$ 12,9 milhões definida pelo júri.

Maria Avila aceitou reduzir para US$ 9,5 milhões a indenização relacionada ao ataque de um cachorro na casa de Chris Brown. A decisão evita um novo julgamento, que poderia ser realizado apenas para discutir os danos sofridos por ela.

O caso foi julgado durante duas semanas em junho. Na ocasião, o júri concedeu US$ 12,9 milhões a Avila pelos ferimentos. Depois, o juiz Huey Cotton concluiu que a quantia não era sustentada pelas provas apresentadas e classificou o valor como excessivo em uma ordem condicional emitida na terça-feira.

Em uma audiência realizada na semana passada, Cotton informou que Avila teria de escolher entre aceitar a redução ou participar de um novo julgamento sobre os danos. A advogada Nancy Doumanian protocolou na quinta-feira o aviso de aceitação do novo valor.

Ferimentos relatados no julgamento

O ataque aconteceu em 12 de dezembro de 2020, do lado de fora da casa de Brown, no bairro de Tarzana, no Vale de San Fernando. Avila contou que havia saído para esvaziar o saco de um aspirador de pó quando o cachorro Hades avançou contra ela sem aviso.

A funcionária afirmou que sofreu ferimentos graves no braço e no rosto, cicatrizes extensas e transtorno de estresse pós-traumático. Os cortes no rosto exigiram dezenas de pontos. Ela também relatou uma lesão grave no nervo radial, que reduziu os movimentos do pulso e dos dedos e prejudicou atividades como segurar objetos, escrever à mão, digitar, vestir-se, cuidar da higiene pessoal e limpar.

Durante o depoimento, Avila mostrou aos jurados as marcas no antebraço esquerdo e as cicatrizes que iam da região abaixo do olho esquerdo até a testa. “Nunca mais serei a mesma”, afirmou em espanhol, com a ajuda de um intérprete.

Brown, de 37 anos, foi a primeira testemunha do julgamento. Ele disse ter ouvido Hades rosnando do lado de fora, corrido até o local e encontrado Avila caída de bruços. Segundo o cantor, ele prendeu o cachorro e pediu ao segurança que chamasse ajuda.

Brown reconheceu que não ligou pessoalmente para o serviço de emergência porque temia que uma gravação vazasse para a imprensa. Ele também declarou que deixou a propriedade antes da chegada dos paramédicos, após uma suposta sugestão de seu empresário, e confirmou que não pediu à equipe de segurança que preservasse as imagens das câmeras relacionadas ao incidente.

Antes do julgamento, Brown admitiu negligência com base na lei da Califórnia sobre mordidas de cães. Ele, porém, continuou contestando a gravidade dos ferimentos e alegou que Avila tinha parte da culpa por ter saído sozinha. O júri rejeitou esse argumento.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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