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Cola, papel e lixa formam reparo temporário para unha rachada
Foto: Montagem/TV Foco
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Cola, papel e lixa formam reparo temporário para unha rachada

Técnica provisória ajuda a proteger a unha até o crescimento natural, com atenção à secagem e ao lixamento.

Uma fissura na unha pode ser protegida temporariamente com três itens simples: cola instantânea, papel higiênico e uma lixa comum. A técnica cria uma camada rígida sobre a rachadura e ajuda a preservar a estrutura até que o crescimento natural resolva o problema.

O cuidado é especialmente importante quando a quebra fica muito próxima da pele. Nessa área, o toque pode provocar dor aguda, enquanto o pedaço parcialmente solto tende a se prender em roupas, tecidos e fios de cabelo. O atrito também pode aprofundar a lesão na carne.

Como reforçar a área rachada

Antes de começar, é preciso evitar o excesso de cola. A orientação é colocar uma única gota diretamente sobre a fissura, sem deixar que o adesivo escorra para as laterais do dedo ou alcance a cutícula.

Na sequência, um fragmento minúsculo de papel higiênico deve ser colocado sobre a parte com cola. O material funciona como um reforço. As sobras nas bordas podem ser removidas com cuidado, usando uma espátula.

Cada camada precisa secar completamente antes que outra seja acrescentada. Quando o reparo estiver rígido e seco, a lixa deve ser usada para nivelar a superfície. Os movimentos precisam ser suaves e concentrados apenas na área irregular criada pelo remendo.

É importante não lixar a lâmina natural da unha, já que isso pode provocar afinamento contínuo e sensibilidade severa. Depois de deixar o relevo uniforme, o acabamento pode ser feito com alicate e uma base protetora comum.

Hábitos para reduzir novas quebras

Bases fortalecedoras e óleos nutritivos ajudam a proteger contra o ressecamento e favorecem pontas mais flexíveis e resistentes aos impactos do dia a dia. Cremes específicos para mãos e cutículas também contribuem para manter a região periférica saudável e evitar a perda de água da estrutura queratinizada.

Outra recomendação é trocar a acetona por removedores de esmalte menos agressivos. Solventes fortes retiram a oleosidade natural da lâmina, o que pode fragilizar o crescimento e favorecer novas rachaduras superficiais.

Também é indicado deixar a unha sem esmalte por pelo menos três dias antes de uma nova aplicação. A pausa permite a oxigenação e o fortalecimento da extensão da unha.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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