O Reino Unido adotou uma das medidas mais rígidas contra o tabagismo ao restringir a compra e o consumo de cigarros por pessoas nascidas a partir de 2009. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações voltadas à redução do número de fumantes e à proteção das novas gerações.
No Brasil, o total de fumantes caiu de forma significativa nas últimas décadas, mas o cenário voltou a gerar preocupação. Entre os fatores apontados estão a circulação de cigarros mais baratos e contrabandeados e o crescimento do uso de cigarros eletrônicos.
Cigarros eletrônicos entram no debate
Os dispositivos eletrônicos têm conquistado popularidade entre os mais jovens e produzem grande quantidade de vapor. Embora tenham aparência diferente dos cigarros convencionais, eles mantêm em discussão os riscos associados ao consumo de nicotina e a dificuldade de controlar o hábito de fumar.
As restrições adotadas pelo Reino Unido também reabrem uma questão sobre o futuro do tabagismo: se será possível formar uma geração que cresça sem o cigarro e garantir o cumprimento efetivo de uma proibição desse tamanho. Mesmo com mudanças na percepção social e medidas de controle ao longo dos séculos, o hábito permanece até os dias atuais.







